Meu Amigo Ferreira Gullar  escrito em sábado 01 novembro 2008 22:10

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Meu estimado amigo Ferreira Gullar, constatada a imutabilidade das pedras, concordemos que nossa tão essencial poesia – a minha muito mais que a tua –, concordemos que a poesia não carece de monumentos, bustos eretos ou penas broxadas (como a tua se me afigura). De pedra basta Drummond, o bom velhinho da “porcarítica"  literária nacional.

Prestimoso Ferreira, faça-nos o favor, a nós, poetas, de ser menos persistente – tua pétrea obstinação de vida cansa, aborrece, enfarada aos que te querem presunto, como eu. Ferreira... mate-se o quanto antes!!!

 

 

Fábio Mello, 02 de novembro de 2008,

Dia dos Mortos (nem todos merecem ser lembrados).

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